ADOLESCENTES EVANGÉLICOS DE ESCOLA PÚBLICA FAZEM CULTO NOS INTERVALOS:
Parte V: O QUE FAZER?
Particularmente acho que o estado deveria liberar geral.
É só os adeptos da religião Afro levarem uns atabaques, católicos levarem imagens, budistas entoarem seus mantras e etc, que eles recuam.
"O baguio é loco e é preciso ser mais loco que o baguio", (Luciene Nascimento)
Sabendo que não sou dona da verdade, busquei soluções em meus grupos de zap, onde demonstramos compreensão do problema, mas não alcançamos uma solução - uma proposta de ação - satisfatória.
Diante desse quadro caótico de expansão da extrema direita, que nos leva a uma sensação de perplexidade diante dos absurdos que fazem, eu começo minhas reflexões reconhecendo a eficiência do Nazi/fascismo:
Enquanto nós, nos perdemos em debates que nem ao menos se tornam projetos, eles vão lá e "preparam adolescentes para fazerem o seu trabalho de base nas escolas". Temos de reconhecer que é uma "tacada de mestre".
Agora que já identifiquei o meu inimigo, algumas de suas características e a circunstância social onde ele está atuando, para onde vou?
Eu fico com a minha proposta maluca, de que é necessário que pessoas das mais diversas religiões desenvolvam o hábito mais intenso de demonstrarem, falarem, discursarem sobre a sua religiosidade em público.
Há muito nos diz a Bíblia:
“Não seja morno, seja frio ou quente e essa máxima nunca me pareceu tão verdadeira.”
Não se esqueçam que eles não são cristãos, são nazistas disfarçados de cristãos. Estão habituados a se apoderarem de diversas teologias e ideologias para justificarem suas violências.
Quando confrontados em suas práticas, possuem respostas prontas como:
- mas não é sobre religião, é sobre Deus, é sobre espiritualidade.
E isso NÃO É VERDADE porque é sobre o modelo de espiritualidade deles, o jeito deles de exercer a fé.
Se não acreditam em mim, façam o teste: ofereça a eles(elas) qualquer outro modelo de viver a espiritualidade e verás a resposta.
Não caia em ilusão, eles não são democráticos, eles não são a favor da sua liberdade religiosa.